Definindo a Doideira

Figurinhas fáceis do Cineclube Estação (Pau Brasil) e do cluster  cinéfilo do Baixo Botafogo, chegamos  à idade em que preferimos dizer que nos conhecemos há mais de 10 anos. Gozamos de intimidade suficiente para convivermos harmonicamente nas nossas diferenças e, definitivamente, as conversas  sobre mercado cinematográfico, filmes, telas e crítica (que se tornaram ainda mais frequentes nos últimos meses) só poderiam resultar em: doidos por cinema.
Este blog é um espaço impressionista, e não jornalístico. Diferentemente da alma pecadora de Eduardo Valverde (ainda há esperança, meu amigo), o veículo não se vendeu aos interesses da indústria. Quem quiser notícias, possui inúmeras fontes às quais recorrer. Agora, quem estiver atrás de uma polifonia de vozes alternativas, mas antenadas no mundo da sétima arte, seja bem-vindo! Nossa pauta é não ter pauta. A democracia reforça nossa união e apimenta as discussões construtivas. Aviso aos navegantes: apenas comentamos acerca dos filmes – e assuntos ligados ao mundo do cinema – que queremos, e dos aspectos que queremos. Não nos sentimos obrigados a assistir a tudo, embora há quem diga que façamos uma força orçamentária para tal. Quem pensa assim está mais perto da verdade do que imagina.

4 respostas para Definindo a Doideira

  1. Inês

    Olá! Lê, cheguei por aqui e tô adorando a proposta. Escrevo rapidinho porque quero ler mais coisas. bjs, divirtam-se e me divirtam também!

  2. Neca, parece brincadeira, mas acordei pensando em você. Saudades e que honra de tê-la conosco! ;)

  3. Bacana! Sempre que tiver um tempo sobrando, darei uma passada por aqui!

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