Puxão de orelha (merecido) no jovem sem memória

“Bacellar, meu caro, não deu pra entender, você desconhece Susana Schild? Jornalista de cinema, anos de Jornal do Brasil, hoje roteirista dos filmes de Roberto Bomtempo. Talvez seja um erro de visão da minha parte, mas o seu texto me confundiu, e pode confundir os jovens deste país sem memória… com carinho.”

Paulo Henrique Souto

“A culpa é minha, Paulo Henrique. Desta vez, pode me colocar na conta dos jovens sem memória. A Susana não tem nada a ver com a minha ignorância. O erro é só meu. Ninguém melhor que você para me dar esse puxão de orelha. Vou remediar.”

Abraços!

CEB

Trago para primeiro plano o puxão de orelha (foi pouco…) que tomei do Paulo Henrique Souto na parte para comentários do blog. Com toda a razão ele demonstrou, com candura e sutileza, sua acertada desaprovação a uma parte absurda do meu último post.

E a responsabilidade pela ignorância é minha. Somente minha. Acredito que a própria troca de mensagens entre o Paulo Henrique e mim, somada ao currículo da crítica Susana Schild, já delineia o tamanho da encrenca.

Uma degustação da trajetória da Susana: é jornalista e crítica de cinema, foi crítica do JORNAL DO BRASIL de 1976 a 1993, dirigiu a Cinemateca do MAM (1993-1997), foi correspondente no Brasil da revista MOVING PICTURES. Integrou o júri oficial dos festivais de Gramado e Brasília e o júri da crítica internacional no Festival de Montreal (2001).

Peço desculpas à Susana — sem máscaras, sem artifícios, sem gracinhas; com humildade. Não diminui o erro, nem remedia o desconhecimento indesculpável, mas fica o registro – escrito com a tinta indelével do éter − da retratação.

De volta para a sala de aula.

Carlos Eduardo Bacellar

 

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1 comentário

Arquivado em Carlos Eduardo Bacellar, Uncategorized

Uma resposta para “Puxão de orelha (merecido) no jovem sem memória

  1. Paulo Henrique Souto

    Olá simpático e talentoso Bacelar. Nós, os velhos do cinema brasileiro,estamos aí para ler e acompanhar os jovens, aprender coisas novas, e acrescentar. A vida é assim, trocas, caso contrário perde o sentido.Viva o Cinema Brasileiro, do grego kinema, movimento, e vamos pro proximo plano… Bj carinhoso.

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