Once upon a time in Anatolia

Já era fã de “Three Monkeys”. E confesso que depois que conheci o turco gente boa Nuri Ceylan, torci ainda mais para que “Once upon a time in Anatolia”, o novo filme dele exibido em Cannes, rendesse frutos na premiação. E não é que deu certo?

Mais do que torcida, merecimento. Daqueles filmes que prendem até o final. Mas que se desapega do final, do resultado. O fundamental é o caminho percorrido pela narrativa que envolve suspeitos, hipóteses, pistas e crime. É tudo meio abacadabra mesmo, quase como se estivéssemos jogando “Scotland Yard” ou adentrado alguns dos mistérios do detetive belga Hercule Poirot dos livros da Agatha Christie.

E mais: tudo isso reforçado pela direção precisa, que revela a dimensão humana e moral das pessoas envolvidas em um crime, e pela direção de fotografia absolutamente sensacional — luz de arrepiar e fazer chorar as retinas cinéfilas. “Era uma vez em Anatolia”…

Helena Sroulevich

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Arquivado em Filmaço!!!, Helena Sroulevich

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