This must be the place

Foi um tapa na cara antissemita do Lars Von Trier. “This must be the place”, de Paolo Sorrentino, revela a história de Cheyenne, roqueiro caído no ostracismo dos seus 50+ anos, que busca dar sentido em sua vida ao vingar a história de seu pai, quase vitimado num campo de concentração nazista por um alemão de 90+ anos que hoje peregrina pelos EUA.

É bacana por tentar dar um novo curso à história, como “Bastardos Inglórios” do Quentin Tarantino, mas poderia evocar a relação judaísmo-espiritualidade de uma maneira mais latente como parte da busca do personagem de Sean Penn. Além disso, o nosso sensacional ator não precisava ser caracterizado como Edward Mãos de Tesoura. Francamente, Sorrentino…

Helena Sroulevich

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2 Comentários

Arquivado em Aprecie com Moderação (dá um caldo), Helena Sroulevich

2 Respostas para “This must be the place

  1. Gente, esse filme parece muito ridículo! Ou não é?

  2. Tem certamente o pé no ridículo. E nem acreditei no prêmio do Juri Ecumênico de Cannes pra ele… Fiquei meio sem entender, juro. Até onde eu entendia, este Júri premiava filmes mais espiritualizados e tal. E neste quesito o Malick dá olé. Em geral, o Sorrentino teve uma ideia boa, mas o personagem parece um bobão. Ou eu não entendi o filme; o que não deixa de ser uma possibilidade. 🙂

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