Os melhores e, claro, os piores filmes de 2012

A espera acabou. Eis as listas que não poderiam deixar de figurar no @doidoscine nos estertores deste ano…

Os 10 melhores filmes de 2012:

cinema palmas

1) “O hobbit – uma jornada inesperada”, de Peter Jackson > crítica

1) “A separação”, de Asghar Fahradi > crítica

2) “A invenção de Hugo Cabret”, de Martin Scorsese > crítica

3) “Drive”, de Nicolas Winding Refn > crítica

4) “Intocáveis”, de Olivier Nakache e Eric Toledano > crítica

5) “Caminho para o nada”, de Monte Hellman

6) “Shame”, de Steve McQueen > crítica

7) “Pina”, de Wim Wenders > crítica

8) “O artista”, de Michel Hazanavicius > crítica

9) “Moonrise Kingdom”, de Wes Anderson > crítica

10) “Argo”, de Ben Affleck > crítica

Alguns dos filmes que escaparam pelos poros do filtro estético, mas têm qualidades (o que dá uma noção de quanto é angustiante a escolha):

A Dark theater hall showing the seats

Os Vingadores”, de Joss Whedon

A vida de Pi”, de Ang Lee

As vantagens de ser invisível”, de Stephen Chbosky > crítica

This must be the place”, de Paolo Sorrentino

The girl with the dragon tattoo”, de David Fincher > crítica

A tentação”, de Matthew Chapman > crítica

Na terra de amor e ódio”, de Angelina Jolie > crítica

Ted”, de Seth MacFarlane

Tão forte e tão perto”, de Stephen Daldry > crítica

Sombras da noite”, de Tim Burton > crítica

Sudoeste”, de Eduardo Nunes > crítica

Slovenian girl”, de Damjan Kozole

Skyfall”, de Sam Mendes

Sete dias com Marilyn”, de Simon Curtis > crítica

Ruby Sparks: a namorada perfeita”, de Jonathan Dayton e Valerie Faris > crítica

Rota irlandesa”, de Ken Loach > crítica

Românticos anônimos”, de Jean-Pierre Améris > crítica

Romance de formação”, de Julia De Simone > crítica

Raul – o início, o meio e o fim”, de Walter Carvalho

O porto”, de Aki Kaurismäki > crítica

Poder paranormal”, de Rodrigo Cortés

A perseguição”, de Joe Carnahan

Para Roma, com amor”, de Woody Allen > crítica

Paraísos artificiais”, de Marcos Prado > crítica

As palavras”, de Brian Klugman e Lee Sternthal

No”, de Pablo Larraín

A negociação”, de Nicholas Jarecki

“As neves do Kilimanjaro”, de Robert Guédiguian

“A música segundo Tom Jobim”, de Nelson Pereira dos Santos

O monge”, de Dominik Moll

O moinho e a cruz”, de Lech Majewski

Um método perigoso”, de David Cronenberg > crítica

Magic Mike”, de Steven Soderbergh

O legado Bourne”, de Tony Gilroy

L’Apollonide os amores da casa de tolerância”, de Bertrand Bonello

Jovens adultos”, de Jason Reitman > crítica

“Isto não é um filme”, de Jafar Panahi

Infância clandestina”, de Benjamín Ávila > crítica

O impossível”, de Juan Antonio Bayona

Hotel Transilvânia”, de Genndy Tartakovsky

O homem que mudou o jogo”, de Bennett Miller > crítica

O homem da máfia”, de Andrew Dominik

Histórias cruzadas”, de Tate Taylor > crítica

Heleno”, de José Henrique Fonseca > crítica

Hasta la vista: venha como você é”, de Geoffrey Enthoven

Habemus Papam”, de Nanni Moretti > crítica

A guerra está declarada”, de Valérie Donzelli

Frankenweenie”, de Tim Burton

“Febre do Rato”, de Claudio Assis

O espião que sabia demais”, de Tomas Alfredson > crítica

O espetacular Homem-Aranha”, de Marc Webb > crítica

Na estrada”, de Walter Salles > crítica

Entre o amor e a paixão”, de Sarah Polley > crítica

Elles”, de Malgorzata Szumowska

Elefante branco”, de Pablo Trapero > crítica

Deus da carnificina”, de Roman Polanski

O ditador”, de Larry Charles

Os descendentes”, de Alexander Payne > crítica

Cosmópolis”, de David Cronenberg > crítica

Conspiração americana”, de Robert Redford

Busca implacável 2”, de Olivier Megaton

Batman: o cavaleiro das trevas ressurge”, de Christopher Nolan > crítica

Apenas uma noite”, de Massy Tadjedin > crítica

Amor e dor”, de Ye Lou

Um alguém apaixonado”, de Abbas Kiarostami > crítica: Carlos Eduardo Bacellar crítica: Claudia Furiati

Albert Nobbs”, de Rodrigo García

360”, de Fernando Meirelles > crítica

Agora vamos à lista menos glamurosa, não obstante muito mais divertida de elaborar. 

Os piores de 2012:

cinema_show de horror

Ouro: “Fausto”, de Aleksandr Sokurov > quebra de recorde olímpico; o recorde mundial continua com “Tio Boonmee que pode recordar suas vidas passadas” (2010), do diretor tailandês Apichatpong Weerasethakul

Prata: “Minha felicidade”, de Sergei Loznitsa > crítica

Bronze: “Holy motors”, de Leos Carax > crítica

A piada sul-coreana de mau gosto de 2012: menção horrorosa para o insuportável “Hahaha”, de Sang-soo Hong

Carlos Eduardo Bacellar

2 Comentários

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2 Respostas para “Os melhores e, claro, os piores filmes de 2012

  1. Eba, a listinha que tanto procurei. Posso começar a buscar os filmes para assistir 🙂

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